Breve historico da Maçonaria



            Historia da Maçonaria.

 

Maçonaria, é um sistema sacramental que como todos sacramentos, tem um aspecto externo visível, consistente em seu cerimonial, doutrinas e símbolos, e outro aspecto interno, mental e espiritual, oculto sob as cerimônias, doutrinas  e símbolos, e acessível só ao Maçom que haja aprendido a usar sua imaginação espiritual e seja capaz de apreciar a  realidade velada pelo símbolo externo.

            As origens reais da Maçonaria se pedem nas brunas da antiguidade. Os escritores maçônicos do século dezoito especularam sua historia sem o espírito critico. Baseando seus conceitos numa crença literal na historia e cronologia do Antigo testamento, e nas lendas curiosas da Ordem, oriundas dos tempos operativos das Antigas Observâncias ou Constituições.            Assim é que com toda a seriedade foi formulado pelo Dr. Anderson em seu livro das Constituições que “ Adão nosso primeiro pai, criado a imagem de Deus, o grande Arquiteto do Universo, deve ter tido as ciências Liberais, e particularmente a Geometria, escritas em seu coração”, enquanto que outros, menos fantásticos atribuem suas origem a Abraão, Moises ou Salomão. E o Dr. Oliver, mais recente, pois data da primeira parte do século dezenove, chegou a escrever que a Maçonaria, tal qual a temos hoje, é a única verdadeira relíquia da religião dos patriarcas antes do dilúvio, ao passo que os antigos Mistérios do Egito e de outros paises que tão estreitamente se assemelhavam a ela, foram apenas corrupções humanas da única e pura tradição.

À medida que os conhecimentos científicos e históricos progrediam em outros campos de pesquisas e especialmente na analise critica das Escrituras, os métodos científicos foram gradativamente sendo aplicados ao estudo da Maçonaria, de sorte que atualmente existe um vasto acervo de informações positivamente exatas e das mais interessantes sobre a historia de nossa Ordem. Em conseqüência disto e de outras linhas da investigação, já existem quatro principais escolas ou tendências do pensamento maçônico, ainda não necessariamente definidas ou organizadas como escolas, porem agrupadas, segundo suas relações, a quatro importantes departamentos de conhecimento, primitivamente não incluídos no campo maçônico. Cada um desses grupos tem características próprias, afins com a Maçonaria; cada um deles tem seus próprios cânones de interpretação dos símbolos e cerimônias maçônicas, conquanto seja claro que muitos dos modernos escritores maçônicos são influenciados por mais de ma escola.

 

I – A Escola Autentica. Consideramos primeiro o que se convencionou chamar a Escola Autentica, que surgiu na segunda metade do século dezenove, em resposta ao desenvolvimento do conhecimento critico em outros campos. As antigas tradições da Ordem foram minuciosamente examinadas a luz de documentos autênticos ao alcance do historiador. Empreendeu-se uma enorme soma de pesquisas nas atas das Lojas em documentos de todas as espécies tratando do passado e do presente da Maçonaria, em arquivos de municipalidades e povoações, em decretos de sentença judiciais. Com efeito, consultaram-se e classificaram-se todos os arquivos acessíveis. Neste setor os Maçons muito devem a R. F. Gould, o grande historiador maçônico; a W.J.Huhan, G.W.Speth, David Murray-Lyon, o historiador da Maçonaria Escocesa; ao Dr. Chet-wod Crawley, cujo tratado sobre a primitiva ordem Irlandesa se tornou clássico; e a outros do Circulo Interno da famosa Loja Quattour Coronati, nº 2076, cujos Anais fascinantes são uma mina de preciosos ensinamentos históricos e arqueológicos. Na Alemanha dois grandes nomes são J.F.Findelo, historiador; e Dr. Wolhelm Begemann, que fez as mais minuciosas e esmeradas pesquisas nas Antigas Constituições da Ordem. Uma vasta soma de material de permanente utilidade para os estudiosos de nossa ordem tornou-se assim acessível graças ao labor dos cultores da Escola Autentica.

Todavia esta escola tem suas limitações resultantes do seu próprio método de investigação. Numa sociedade secreta como o é a Maçonaria, há de haver muita coisa que jamais foi escrita, mas apenas transmitida oralmente nas Lojas, e assim os documentos e registros tem apenas um valo parcial. Os registros da Maçonaria especulativa pouco antecedem sua reformulação em 1717, ao passo que as atas mais primitivas e estas pertencem ao ano de 1598, segundo D. Murray-Lyon. A tendência desta escola é, portanto, muito naturalmente, de fazer a Maçonaria derivar das lojas e Guildas Operativas da Idade Media, e fazer supor que os elementos especulativos foram enxertados no tronco operativo – hipótese esta não contraditada pelos arquivos existentes. Afirma o Irmão R. F. Gould que se pudermos admitir que o simbolismo, (ou cerimonial) da Maçonaria é anterior a 1717, não haverá praticamente limites na computação de sua idade. Mas muitos outros escritores não vão alem dos construtores medievais na procura da origem de nossos mistérios.

Entre os adeptos desta escola há a tendência, também muito natural quando se sustenta tal teoria de origem, de negar a validade dos graus superiores e de declarar de acordo com o Ato Solene de União entre as duas Grandes Lojas Maçônicas da Inglaterra, em 1813, que a pura Maçonaria Antiga consiste de três graus e não mais um, inclusa na Ordem Suprema do Santo Real Arco”.

Todos os demais graus e ritos são encarados pelos mais rígidos adeptos desta escola como sendo inovações continentais e são conseqüentemente, rejeitados como sendo Maçonaria espúria.

No tocante a interpretação, os autênticos pouco mais avançaram do que uma moralização dos símbolos e cerimônias da Maçonaria, como acessória do Cristianismo Anglicano.

 

II – A Escola Antropológica. Uma segunda escola, ainda em processo de desenvolvimento, aplica as descobertas da antropologia aos estudos da historia maçônica, com notáveis resultados. Os antropologistas tem reunido um vasto cabedal de informações sobre os costumes religiosos e iniciatórios de muitos povos, antigos e modernos; e os Maçons estudiosos neste campo tem encontrado muitos de nossos símbolos, tanto da Ordem como de graus superiores, nas pinturas, murais, gravuras, escultura e edifícios das principais raças do mundo. Portanto a Escola Antropológica concede a MAÇONARIA uma antiguidade muito maior do que a tida pela Autentica, e assinala surpreendentes analogias com os antigos Mistérios de muitas nações os quais possuíram claramente nossos símbolos e sinais, com toda a probabilidade, cerimônias análogas às executadas atualmente nas Lojas Maçônicas.

Os antropologistas não confinam seus estudos apenas ao passado, mas tem investigado os ritos iniciatórios de numerosas tribos selvagens existentes tanto na África, como na Austrália, e os tem encontrado possuírem gestos e sinais ainda em uso entre os Maçons. Entre os habitantes da India e da Síria tem sido encontradas impressionantes analogias com nossos ritos maçônicos, entremeados com suas filosofias religiosas, de tal maneira que torna inteiramente impossível a idéia de que tivessem sido copiados de fontes européias. Os Maçons estudiosos de modo algum esgotaram os fatos que ainda se podem descobrir neste interessantíssimo campo de pesquisas, porem mesmo com nossos atuais conhecimentos é evidente que ritos análogos aos que chamamos maçônicos existem entre os mais antigos do globo, e podem ser encontrados sob uma forma ou outra em quase todas as partes do mundo. Nossos sinais existem no Egito, no México, na China e Índia, na Grécia e Roma, nos templos de Burna e nas catedrais da Europa medieval. Alem de que no sul da Índia existem santuários onde são ensinados os mesmos segredos sob compromissos de juramento tal como nos são comunicados na Ordem e nos graus superiores da Europa e América modernas.

Entre os pioneiros neste campo devemos mencionar o Irmão Albert Chuchward, autor de interessantes livros sobre a origem egípcia da Maçonaria, conquanto pareça num sempre ser ele suficientemente critico; o Irmão J. S. M. Ward, encara a Síria como sendo o berço da Maçonaria, embora haja compilado uma massa de valiosas informações de outros paises; e o Sr. Bernard H. Springett, o qual conseguiu muito material sobre ritos maçônicos entre os árabes.

A obra da escola Antropológica se deve uma clara revelação da imensa antiguidade e difusão daquilo que atualmente chamamos simbolismo maçônico. No entanto essa escola tende a situar a origem dos antigos Mistérios nos costumes iniciaticos de tribos selvagens, os quais embora admissivelmente de incalculáveis antiguidade, freqüentemente não são nem dignificantes nem espirituais. Outra importante, obra lograda por seus esforços é a justificação de muitos dos graus superiores serem considerados “pura Maçonaria antiga”, pois a despeito do pronunciamento da Grande Loja da Inglaterra, acima citado, há precisamente provas cabais da extrema antiguidade dos sinais da Rosa-Cruz, da Ordem e do Real Arco tanto quanto também de muitos outros graus.

Das pesquisas dos antropologistas resulta perfeitamente claro que, quaisquer que sejam os exatos elos na cadeia da descendência, na Maçonaria somos os herdeiros de uma tradição antiqüíssima que durante incontáveis idades tem estado associada com os mais sagrados mistérios do culto religioso.

 

III – A Escola Mística. Uma terceira escola do pensamento maçônico que podemos chamar mística, encara os mistérios da Ordem de um outro ponto de vista, vendo neles um plano para o despertar espiritual do homem e seu desenvolvimento interno. Nos anais de suas experiências espirituais os adeptos desta escola declararam que os graus da Ordem são simbólicos de certos estados de consciência, que devem ser despertados no iniciado individual, se ele aspira ganhar os tesouros do espírito. Eles dão testemunho de uma outra e muito superior natureza da validade de nossos ritos maçônicos; um testemunho que pertence mais a religião do que a ciência. A meta do místico é a união consciente com Deus, e para um maçom desta escola a ordem objetiva representar a senda para essa meta, oferecer um mapa, por assim dizer, para guiar os passos do buscador de Deus.    

Comumente estes estudiosos estão mais interessados em interpretações do que em pesquisas históricas. Sua preocupação principal não consiste em perquirir uma exata linha de descendência proveniente do passado, mas antes em viver a vida indicada pelos símbolos da Ordem, com o fim de atingir a realidade espiritual de que estes símbolos são apenas pálidos reflexos. Todavia eles sustentam que a maçonaria tem pelo menos parentesco com os antigos Mistérios que visavam precisamente a mesma finalidade: a de oferecer ao homem uma via pela qual possa encontrar Deus. E eles deploram o fato de que a maioria de nossos irmãos modernos tenha de tal modo se esquecido da gloria de sua herança maçônica, que deixou os antigos ritos tornar-se pouco mais que formas vazias. Um bem conhecido representante desta escola é o irmão A. E. White, um dos mais requintados e cultos maçons da atualidade, e uma autoridade em historia dos graus superiores. Outro também é o irmão W. L. Wilmshurts, que tem produzido algumas formosas e profundamente espirituais interpretações do simbolismo maçônico.

Muito tem feito esta escola para espiritualizar a chamada Maçonaria masculina, e sem duvida uma das marcas de sua influencia é a mais profunda e cada vez mais destacada reverencia por nossos Mistérios.

 

IV- A Escola Oculta. A quarta escola de pensamento esta representada por uma corporação sempre crescente de estudiosos na Ordem Comaçonica, que esta progressivamente atraindo também, aderentes da MAÇONARIA masculina. Como um de seus principais e característicos postulados é a eficácia sacramental do cerimonial maçônico, quando devida e fielmente executada, talvez nos seja licito chamá-la a Escola Sacramental ou Oculta. O termo Ocultismo tem sido muito mal interpretado por ser definido como o estudo e conhecimento do lado interno da natureza por meio dos poderes existentes em todos os homens, porem ainda não despertos na maioria deles. Esses poderes podem ser acordados e treinados no estudante ocultista, por meio de uma longa e cuidadosa disciplina e meditação.

O objetivo do ocultista, não menos que o do místico, é a união consciente com Deus, porem diferem seus métodos de busca. O ocultista visa atingir essa união por meio de conhecimento e da vontade, preparar toda a sua natureza física emocional e mental, até torná-la uma perfeita expressão do espírito divino em seu interior. Ele pode ser empregado como um instrumento eficiente no grande plano de Deus para a evolução da humanidade, plano esse tipificado na maçonaria pela construção do Santo Templo.

O místico, por outro lado, aspira antes a união extática com o nível da consciência divina que seu estagio evolutivo lhe permite atingir.

O método ocultista se desenvolve através de uma serie de etapas gradativas, de uma senda de iniciações conferindo sucessivas expansões de consciência e graus do poder sacramental. O místico é freqüentemente mais de caráter individual, um “vôo do solitário para o solitário”, segundo uma formosa expressão de Platino. Para o ocultista é de suma importância e exata observância de uma forma, e por meio do emprego da magia cerimonial ele cria um veiculo, através do qual se pode atrair a luz divina e espalhá-la em beneficio do mundo, invocando em sua ajuda a assistência dos Anjos, espíritos da natureza e outros habitantes dos mundos invisíveis.

Ao passado que o método do místico é pela prece e oração. Ambos estes caminhos conduzem a Deus; a alguns de nós, o do ocultista atrairá irresistivelmente, e a outros, o do místico. O primeiro, mais extrovertido, esta voltado para o serviço e sacrifício, e o segundo mais introvertido, mergulha-se na contemplação e amor”.

  

 

Fonte: Dicionário de Maçonaria , Joaquim Gervásio de Figueiredo 33, Editora Pensamento.

 

CALENDÁRIO GERAL.


1307

1307 - Entre os anos de 856 e 1307 DC diversas igrejas e catedrais foram construídas na Inglaterra pelas associações monásticas de construtores, comandadas por mestres notáveis como Santo Augustin, São Dunstan, arcebispo de Canterbury, Gauthier Gifford, arcebispo de ...Entre os anos de 856 e 1307 DC diversas igrejas e catedrais foram construídas na Inglaterra pelas associações monásticas de construtores, comandadas por mestres notáveis como Santo Augustin, São Dunstan, arcebispo de Canterbury, Gauthier Gifford, arcebispo de York e Gauthier Stapleton, bispo de Exeter. Uma destas associações monásticas, a dos Colideus, relacionou-se com o rei Athelstan, que iria ter papel decisivo na história da Maçonaria.

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1390

1390 - O mais antigo documento que se conhece da chamada Maçonaria Antiga, ou Operativa, ou de Ofício é o Poema Régio, que é de 1390, portanto, século XIV. Tudo o que se disser anterior a essa data não passa de pressuposição. É mister nos acautelemos com as ...O mais antigo documento que se conhece da chamada Maçonaria Antiga, ou Operativa, ou de Ofício é o Poema Régio, que é de 1390, portanto, século XIV. Tudo o que se disser anterior a essa data não passa de pressuposição. É mister nos acautelemos com as invencionices de quem não teve ou não tem coragem de investigar, de buscar a verdade através de documentos que mereçam fé. Há muita gente que vai atrás do ouvi dizer. A verdade é que ainda há escritores Maçons que propagam que a ...

 

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 1717

1717 - Como surgiu a Maçonaria no Brasil? Maçonaria é a mais antiga fraternidade no mundo. Provavelmente surgiu nos canteiros de obras dos castelos e catedrais da Idade Média. Em 1717, A Maçonaria criou uma organização formal na Inglaterra, quando a primeira loja foi ...Maçonaria é a mais antiga fraternidade no mundo. Provavelmente surgiu nos canteiros de obras dos castelos e catedrais da Idade Média. Em 1717, A Maçonaria criou uma organização formal na Inglaterra, quando a primeira loja foi formada. A partir daí, levada pelo seu lema principal, Liberdade, Igualdade e Fraternidade, espalhou-se pela Europa e pelo mundo, chegando à América e ao Brasil. Para saber mais sobre o assunto, consulte o texto Historia da Maçonaria no Brasil.

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1717 - Tem-se que seu aparecimento codificado foi na Inglaterra, em meados do ano de 1717. No Brasil há provas da existência de maçons desde o século XVIII. Personagens ilustres na História do Brasil foram maçons e atuaram decisivamente nos desates das questões.
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 1723

1723 - Um desses documentos é o Poema Regius, tão importante para a História da Maçonaria quanto a Constituição de 1723, compilada por Anderson e Désagulliers.

A História, real e mesmo lendária, das origens e do desenvolvimento da Maçonaria, desde a sua fase operativa, ou de ofício, está contida em alguns antigos documentos, fundamentais para o conhecimento da instituição maçônica, em seu nascedouro, na Europa. Um desses documentos é o Poema Regius, tão importante para a História da Maçonaria quanto a Constituição de 1723, compilada por Anderson e Désagulliers. Mostrar menosDe Blog do Radialista Carlos Ferreira Juiz de Fora/MG: Março 2008 - Páginas da web relacionadas
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 1730

1730 - Em 1730 a Grande Loja Maçônica de Londres possuía cerca de 100 Lojas Maçônicas jurisdicionadas na Inglaterra e no país de Gales, e tinha começado a incursionar no exterior ao fundar Lojas Maçônicas em Madrid e Calcutá.EXPANDE-SE A MAÇONARIA MODERNA Com o passar do século XVIII, no velho continente torna-se moda o idioma inglês, e em parte isto facilita a rápida criação de Lojas na Europa. A curiosidade do público anglófilo é considerável ea predisposição favorável de numerosos membros eruditos da sociedade faz que a nova instituição se desenvolva e se expanda pelo mundo inteiro em umas poucas décadas. Em 1730 a Grande Loja Maçônica de Londres possuía cerca de 100 Lojas ...

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 1738

15. 8. 1738 - A 15 de agosto de 1738 a Grande Loja da Escócia teve uma importante vitória na disputa por antiguidade entre as Grandes Lojas, ao iniciar Frederico, o Grande, da Prússia em uma Loja reunida em Brunswick com esse propósito. Frederico a partir disso organizou uma ...A 15 de agosto de 1738 a Grande Loja da Escócia teve uma importante vitória na disputa por antiguidade entre as Grandes Lojas, ao iniciar Frederico, o Grande, da Prússia em uma Loja reunida em Brunswick com esse propósito. Frederico a partir disso organizou uma Grande Loja em Berlim sob a Constituição Escocesa. O Desenvolvimento da Maçonaria na América. Já havíamos alcançado a história registrada da Ordem e de alguma forma a busca estava completa, mas ainda tínhamos uma ... Mostrar menosDe Maçonaria - A Chave de Hiram - Cristopher Knigth - Zé Rodrix - Páginas da web relacionadas
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 1778

1778 - Em 07 de fevereiro de 1778, numa das cerimônias mais brilhantes da historia da maçonaria mundial, a Loja Les Neuf Soeurs, Paris, inicia ao octogenário Voltaire, que ingressa no Templo apoiado no braço de Benjamin Franklin, embaixador dos EEUU na França nessa ...VOLTAIRE, JEAN-MARIE AROUET conhecido como (1694-1778) - Escritor e filósofo francês. Em 07 de fevereiro de 1778, numa das cerimônias mais brilhantes da historia da maçonaria mundial, a Loja Les Neuf Soeurs, Paris, inicia ao octogenário Voltaire, que ingressa no Templo apoiado no braço de Benjamin Franklin, embaixador dos EEUU na França nessa data. A sessão foi dirigida pelo Venerável Mestre Lalande na presença de 250 irmãos.

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você falou que a maçonaria no Brasil em 1797 em salvador, mas reza a lenda que os líderes da Inconfidência Mineira eram todos maçons. Inclusive um livro fala que o mestre Aleijadinho também o era. Se isso é verdade, não pode se considerar o inicio da maçonaria no Brasil uns vinte anos antes do mencionado? E se for verdade que mestre Aleijadinho foi um maçom, seria muito legal você fazer um post sobre isso, uma vez que todas (ou quase todas) as obras de arte usadas para a demonstração ... Mostrar menosDe Grande Oriente do Brasil | Teoria da Conspiração - Páginas da web relacionadas
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1802 - A origem da maçonaria brasileira remonta ao princípio do século XIX, sendo a primeira loja fundada em 1802 pelo botânico Manoel Arruda Câmara, com o nome de Areópago de Itambé. Os critérios para a atribuição da regularidade maçónica institucionalmente são a ...A origem da maçonaria brasileira remonta ao princípio do século XIX, sendo a primeira loja fundada em 1802 pelo botânico Manoel Arruda Câmara, com o nome de Areópago de Itambé. Os critérios para a atribuição da regularidade maçónica institucionalmente são a filiação e reconhecimento quer pela Grande Loja Unida da Inglaterra quer por um Grande Oriente ou Grandes Lojas que trabalhem na crença em Deus e obedeçam aos critérios estabelecidos nos Landmarks. [2] GOB - Grande ...

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 1815

1815 - Luiz Otávio disse que um marco na história da maçonaria brasileira foi a inauguração da loja ¿Comércio e Artes¿, fundada em 1815 pelos maçons. Anos depois, essa loja deu origem ao Grande Oriente do Brasil, loja que teve a participação de José Bonifácio de ...Luiz Otávio disse que um marco na história da maçonaria brasileira foi a inauguração da loja ¿Comércio e Artes¿, fundada em 1815 pelos maçons. Anos depois, essa loja deu origem ao Grande Oriente do Brasil, loja que teve a participação de José Bonifácio de Andrada e Silva e dom Pedro I, que buscavam tornar o país independente. - Além disso, a maçonaria se destaca também por suas atividades filantrópicas. Os maçons também mantêm creches, escolas para carentes, abrigo para idosos ...

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 1817

1817 - O presente estudo traça o contexto histórico da maçonaria no Brasil, compreendendo-a a partir da Revolução Pernambucana de 1817. Tornou-se relevante mostrá-la no seu aspecto político, social e cultural, além dos seus ideais de liberdade, fraternidade e igualdade.
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 1822

17. 6. 1822 - Luis Genaro Ladereche Figoli A 17 de junho de 1822, foi criada a primeira Obediência maçônica do Brasil, O Grande Oriente Brasílico, ou ... História da Maçonaria, Maçonaria no Brasil, Peças de Arquitetura.PEÇA DE ARQUITETURA Antecendentes históricos e origens da Maçonaria no Brasil - Século XIX Por Irm:. Luis Genaro Ladereche Figoli A 17 de junho de 1822, foi criada a primeira Obediência maçônica do Brasil, O Grande Oriente Brasílico, ou ... História da Maçonaria, Maçonaria no Brasil, Peças de Arquitetura.

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1872 - Midhat Pashá foi, durante um período breve, em 1872, grão-vizir, o equivalente a primeiro-ministro nos paises ocidentais, e aproveitou para iniciar na maçonaria, de imediato, o príncipe Murem, sobrinho do sultão Abd-Ul Aziz. Quatro anos depois, a Turquia foi ...Midhat Pashá foi, durante um período breve, em 1872, grão-vizir, o equivalente a primeiro-ministro nos paises ocidentais, e aproveitou para iniciar na maçonaria, de imediato, o príncipe Murem, sobrinho do sultão Abd-Ul Aziz. Quatro anos depois, a Turquia foi testemunha de um acontecimento que tinha paralelos na história da maçonaria.

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1903 - Deveras, o vínculo histórico entre a Maçonaria eo protestantismo culminaria em um cisma na Igreja Presbiteriana do Brasil, em 1903, nascendo a Igreja Presbiteriana Independente - representativa dos setores protestantes contrários à Maçonaria.
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 1919

1919 - A Legenda ea História na Maçonaria: publicado no Recife (PE), em 1919, esta obra reúne filosofia, simbolismo, lendas e mistérios que permeiam a história da Maçonaria, constituindo um compêndio rico em informações úteis para estudos de membros da Ordem, bem como de profanos que ...
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 1927

1927 - MS Maçom Blog: História da Cisão de 1927. MS Maçom Blog Alguns esclarecimentos são importantes. Outros ficam a mercê do entendimento individual. .'. www.msmacom.com.br .'.
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 1935

1935 - Segundo Arnaldo Gonçalves, a história da Maçonaria em Portugal do período do Estado Novo está ainda para ser escrita e completamente revelada. Quanto ao destino de Fernando Pessoa, ele veio a falecer naquele mesmo ano de 1935, aos 47 anos de idade. Após a sua ...Segundo Arnaldo Gonçalves, a história da Maçonaria em Portugal do período do Estado Novo está ainda para ser escrita e completamente revelada. Quanto ao destino de Fernando Pessoa, ele veio a falecer naquele mesmo ano de 1935, aos 47 anos de idade. Após a sua morte a totalidade de sua obra veio a público e tornou-se bastante conhecida em Portugal e nos países de língua portuguesa. Hoje Fernando Pessoa é um dos mais caros símbolos do Portugal moderno, culto e inteligente, sendo ...

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 1973

1973 - CH'AN, Isa, Achegas para a História da Maçonaria no Brasil - A Verdade sobre a Dissidência, etc... de 1973. (Danylo, Mottola & Cia.), vol.
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 1983

1983 - 20% positiva Comenta e justifica a declaração da Santa Sé de 1983 sobre a incompatibilidade entre os princípios da Maçonaria tal como está e atua no Brasil ea doutrina da Igreja Católica. Esta inconciliabilida...
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 2009

19. 9. 2009 – De acordo com o grão-mestre do Grande Oriente da Confederação Maçônica do Brasil (Comab) no Ceará, Raimundo Josemildo Pinheiro do Nascimento, as comemorações no Estado não ressaltam apenas a história da entidades, mas a importância da Maçonaria e os trabalhos realizadas durante esses ...
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Fonte:
Historia da Maçonaria no Brasil
www.google.com.br

 

Irmão Claudio Roberto Zolio

Mestre Instalado 33º